Ligue-nos: (11) 5594-3277 | (11) 9.8693-4643
E-mail: comercial@fernandesgrossi.com.br
Nosso Horário:
Seg a Sex 08h00 - 18h00

Artigos

15 de setembro de 2017

Sinalizadores, balizadores e luz piloto no topo das edificações

Recentemente abordamos a situação do ático das edificações, na questão da ancoragem, no artigo: Sistema de ancoragem para manutenção das fachadas das edificações

Precisamos agora chamar atenção para a necessidade da devida instalação de sinalizadores, balizadores e luz piloto no topo dos prédios, conforme determinam a legislação e normas brasileiras.

Em primeiro lugar, os sinalizadores ou balizadores aéreos dos prédios localizados nas chamadas Zonas de Proteção (de Aeródromos, de Helipontos e Zona de Proteção e Auxílios à Navegação Aérea), apesar de envolverem um número relativamente pequeno de condomínios, devem ser constituídos por equipamentos que vão além da luminária que faz o papel da luz piloto. Estes devem atender a algumas normatizações, como as portarias do Ministério da Aeronáutica nº 256, 271, 1141, 1256 e 1555 e ao Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei Federal 7.565/ 1986).

Já a luz piloto é obrigatória “em todas as edificações verticais que contam com objetos que possam obstruir o espaço aéreo e prejudicar a aviação”. Seu uso e instalação se encontram regulados pela Portaria 1141/GM5/87, do Ministério da Aeronáutica (Leia mais em: A luz piloto em seu prédio está adequada?) .

Por exemplo, o Artigo 33 determina que:

“Devem-se   utilizar   luzes   de   obstáculo   de   média   intensidade, isoladas   ou   em combinação com luzes de  obstáculo  de  baixa  intensidade,  se  o  objeto  for  extenso  ou  sua  altura exceder a 45m (quarenta e cinco metros). 
Parágrafo Único- Um grupo de árvores ou edifícios é considerado um objeto extenso.”

Já o Artigo 31, Parágrafo 2º, determina que:

“As luzes de obstáculos de média intensidade, em nenhum caso, poderão ter intensidade menor que 1.600 (mil e seiscentas) candelas de luz vermelha, com frequência de lampejos entre 20 (vinte) e 60 (sessenta) por minuto.”

Sua normatização é orientada também pela ABNT NBR 10.898/2013, relativa ao Sistema de iluminação de emergência das edificações. A luz piloto está prevista no Item 4 – Requisitos do sistema de iluminação: “O sistema de iluminação de emergência deve: d) sinalizar o topo do prédio para a aviação civil e militar”.

 

Matéria publicada na edição de Set/2017 da Revista Direcional Condomínios.

Não reproduza o conteúdo sem autorização da Fernandes & Grossi. Este site está protegido pela Lei de Direitos Autorais. (Lei 9610 de 19/02/1998), sua reprodução total ou parcial é proibida nos termos da Lei.

WhatsApp Logo